Do editorial a poesia

Publicado em às 11:55.
Por Da redação

 

“- Tá vendo essa mansão sensacional?
Comprei com o dinheiro desviado do hospital.
– Ah! E o meu cofre cheio de dólar?
É o dinheiro que seria pra fazer mais uma escola.
– Precisa ver minha fazenda! Comprei só com o dinheiro da merenda!
– E o meu filhão? Um milhão só de mesada!
E tudo com o dinheiro das crianças abandonadas.
– E a minha esposa não me leva à falência
Porque eu tapo esse buraco com o rombo da Previdência.
– Vossa excelência, cê não viu meu avião?
Comprei com uma verba que era pra construir prisão!
– E a superlotação?
– Problema do povão! Não temos imunidade? Pra nós não pega não”.Gabriel o Pensador

 

Esse poema/canção é só para refletir, em meio de tantos candidatos, já se sabe muito bem quem é quem. E claro, o voto é secreto. Lamentável que ainda haja eleitores desavisados e desinformados, ou que olhem apenas para o seu próprio nariz. Existem os que insistem em tentar voltar ao poder, manchados de denúncias, manchetes de jornais e mais, sem ter ao menos cumprido com o que foi a público afirmar que iria fazer. Que fique para reflexão o trecho da canção de Gabriel o Pensador.

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